Fernando Jorge Cardoso

- Departamento de Relações Internacionais - Doutoramento em Relações Internacionais: Gepolítica e Geoeconomia - Licenciatura em Relações Internacionais - Mestrado em Relações Internacionais

fjcardoso@autonoma.pt

Fernando Jorge de Castro Teixeira Cardoso é especialista em desenvolvimento e estudos africanos. Atualmente é coordenador da área de estudos estratégicos e do desenvolvimento no Instituto Marquês de Valle Flôr (IMVF) e diretor executivo do Clube de Lisboa. É Professor no Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e investigador integrado no OBSERVARE-Observatório de Relações Exteriores.

É graduado em economia, com Licenciatura (1976) na Universidade Eduardo Mondlane em Maputo e com Doutoramento (1991) e Agregação (2006) no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa.

Os primeiros anos de trabalho, de 1976 a 1985, foram passados em Moçambique no período pós-independência, tendo sido nos primeiros 8 anos docente da Faculdade de Economia (que dirigiu por 6 anos) e, cumulativamente, assessor do Ministro do Plano; nos 2 últimos foi diretor – geral da empresa agroindustrial açucareira Maragra.

Desde 1986 a sua vida académica e profissional tem-se desenrolado maioritariamente em Portugal, designadamente como investigador e, desde 1991, também como professor em várias universidades portuguesas. Realizou diversas consultorias internacionais e recebeu o Prémio da Cooperação em 1995 pelo livro “Gestão e Desenvolvimento Rural”.

O essencial do seu trajeto não-académico, centra-se na organização de atividades policy-oriented, incluindo participação em reuniões de peritos, na consultoria sobre cooperação para o desenvolvimento e, nos últimos anos, no estudo e na intervenção pública sobre a realidade internacional em diversos fora, incluindo na imprensa escrita, rádio e televisão, nacional e internacional.

Em ambos os trajetos, os domínios de atividade maioritários têm sido o internacional e do desenvolvimento, com foco no continente africano, com o foco de atenção nos últimos anos em questões da geoeconomia e da geopolítica, bem como nos desafios globais que se colocam à humanidade e ao planeta e nas implicações da aceleração das mudanças tecnológicas nos comportamentos sociais e individuais.