História

PROVAS DE INGRESSO

Uma das seguintes provas:

  • 06-Filosofia
  • 11-História
  • 18-Português

Ao futuro licenciado deverá ser despertado o interesse para a formação contínua, que será incentivado pelas regras de avaliação, visando a sua adequada preparação para a vida profissional de acordo com as regras do mercado e as exigências das entidades empregadoras.

Pretende-se, ainda, que os discentes se sintam motivados a prosseguir a sua formação académica procurando um curso de pós-graduação, de especialização, de mestrado ou doutoramento, nesta Universidade. Pretende-se que o futuro licenciado fique habilitado para a docência, investigação, profissional habilitado nos serviços da autarquias, câmaras municipais, ministérios, etc., podendo ainda exercer outras actividades:

  • Actividades relacionadas com o turismo – guia turístico, aconselhamento de agência de viagens e hotéis relativamente a pontos de interesse cultural.
  • Produção de textos para roteiros turísticos e criação de circuitos temáticos;
    Assessoria de empresas, associativismo cultural e ambiental (legislação, programas nacionais e comunitárias e visitas guiadas);
  • Elaboração de monografias locais, estudo do património local e regional nas suas vertentes artística, histórica, etnológica, etc.
  • Participação activa nas questões de política do património e gestão dos bens comunitários, participação nos órgãos autárquicos, criação e animação de associações culturais, etc.

Do elenco de conteúdos funcionais acima enunciados decorre a identificação de entidades e de instituições públicas e privadas que podem recorrer aos serviços destes licenciados, como de facto sucede já com licenciados em História da Universidade Autónoma de Lisboa:

  • Escolas (do Ensino Básico e e Secundário)
  • Arquivos
  • Bibliotecas
  • Câmaras Municipais
  • Museus
  • Direcção de Turismo
  • Regiões de Turismo
  • Misericórdias,
  • Canais de televisão
  • Representações nacionais e internacionais – Assembleia Nacional, Parlamento Europeu, etc

Despacho n.º 9957-AS/2007, de 18 de Abril, D.R. Acreditado pela A3ES, em 22/11/2013.

Esta licenciatura está abrangida pela Campanha “História é na UAL”.

Plano Curricular

Pretende-se problematizar questões ligadas às fontes históricas e à sua tipologia fornecendo elementos necessários que permitam trabalhar em Ciências Humanas.

  1. Fornecer noções fundamentais sobre o historiador enquanto agente da construção historiográfica.
  2. Proporcionar perspectiva diacrónica sobre a fonte enquanto ferramenta essencial do fazer.
  3. Correlacionar a problemática das fontes com as de conceitos como cultura, construção, texto (e a questão central da narratividade *) ou leitura.
  4. Fornecer algumas propostas de tipologias de fontes, com especial relevo, entre nós, para a de Vitorino Magalhães Godinho (1991).
  5. Fornecer noções metodológicas sobre o trabalho em História e, sobre percurso alargado de fontes, tendo essencialmente em causa as épocas Antiga, Medieval e Moderna.
  6. Proporcionar perspectivas sobre as operações subsequentes do historiador, a culminar no texto historiográfico, enquanto produto final onde a selecção e a crítica das fontes desempenhou papel central.

Objetivos:

  • Adquirir conhecimentos gerais e introdutórios sobre o mundo histórico dos primeiros milénios, antes da nossa era;
  • Reconhecer e compreender as especificidades de cada uma das suas regiões, de civilizações e culturas diferenciadas, mas convergentes;
    Analisar a relação histórica entre o seu itinerário civilizacional e a sua criatividade cultural;
  • Estudar a evolução comparada das suas formas económicas, dos modelos de organização da sociedade e das ormas de poder desenvolvidas;
  • Compreender e valorizar as principais obras literárias e outras obras de arte;
  • Valorizar os percursos de transição entre o mundo pré-clássico e o mundo clássico, nomeadamente com o processo de definição do mundo helenístico e assunção da literatura bíblica como legado literário do mundo pré-clássico;
  • Valorizar os temas e outros aspectos civilizacionais e culturais do legado do mundo pré-clássico para a história que lhe deu continuidade e como memória global para o mundo de hoje.

Objetivo:

  1. Adquirir a utensilagem teórica e metodológica adequada ao conhecimento e crítica do saber histórico no domínio da História da Antiguidade Clássica.
  2. Identificar, seleccionar e avaliar fontes documentais e bibliográficas referentes à realidade política e cultural da Grécia Antiga.
  3. Desenvolver técnicas, atitudes e comportamentos alicerçados nas capacidades de aprendizagem.

Competências:

  1. Proporcionar conhecimento particular sobre o processo civilizacional grego e a sua influência no mundo mediterrânico.
  2. Familiarizar os alunos com a periodização da História Grega Antiga.
  3. Fazer compreender a forma de organização do espaço político helénico.
  4. Proporcionar aos alunos os instrumentos e os métodos que permitam organizar o conhecimento adquirido.

A unidade curricular terá como objectivo identificar, analisar e discutir à luz dos últimos conhecimentos sobre esta área científica, as principais problemáticas existentes na actualidade, sobre os diferentes pontos propostos no programa, tendo sempre em conta informação proveniente de áreas tão distintas como a (Arqueociências, Paleontologia Humana, Arqueologia Pré-histórica, entre outras). Assim pretende-se que os alunos desenvolvam perspectivas autónomas dos temas em estudo, sendo capazes de desenvolver conceitos próprios sobre a complexidade dos movimentos culturais e da sua implementação nos diferentes contextos geográficos.

Nota prévia

Esta disciplina visa problematizar questões ligadas aos desenvolvimentos de CLIO no nosso País, desde os alvores de uma História de reconhecido estatuto de cientificidade (finais do século XVIII / princípios do século XIX) às interrogações cliológicas do abrir do novo milénio.

Objectivos:

  1. Patentear aos estudantes a actual fisionomia disciplinar da História da Historiografia.
  2. Familiarizá-los com a problemática das Historiografias nacionais.
  3. Propor uma dada cronologia de abordagem (sécs. XVIII-XX) e justificá-la devidamente.
  4. Dotar quem frequente esta disciplina com os conhecimentos essenciais sobre a sucessão de “Escolas” Históricas portuguesas na cronologia proposta.
  5. Familiarizar os alunos de HP com textos – historiográficos – de autores marcantes do programa proposto.
  6. Se há um lugar para os historiadores no Portugal dos nossos dias, que aos estudantes de HP seja dado compreender porquê: tal o derradeiro objectivo.

  1. A época Medieval na História da Europa carece de um permanente esforço de desmistificação que será o primeiro objectivo desta unidade curricular.
  2. Importa, igualmente, clarificar os tempos e os modos de um tão longo período histórico, precisando assim os seus contornos.
  3. Do mesmo modo, necessário se torna evidenciar os contributos civilizacionais e culturais aportados ao caldeamento do homem medieval e radicados na latinidade, no cristianismo e nos elementos germânicos que com estes se fundem.
  4. Avaliar os encontros e desencontros com Bizâncio e o Islão será tarefa a completar o quadro de referências a considerar na caracterização da Europa Medieval.
  5. Discernir entre o político e o institucional, o económico e o social e entrelaçar essas dimensões, será propósito a cumprir.

Objetivos:

  1. Discernir a relação entre cultura(s) e educação, concebidas como dois vetores fundamentais no crescimento e formação do Ocidente, umas vezes ainda ligados à Antiguidade, outras apontando para uma certa “modernidade”.
  2. Proporcionar reflexão alargada sobre os conceitos apresentados e evidenciar a relação, frequentemente recíproca e íntima, entre a Igreja e a sociedade laica. Finalmente traçar um quadro da vida durante este período, de complexa e paradoxal diversidade, mas com numerosos pontos de contacto com conhecimentos e experiências temporalmente mais próximas.

Competências:

  1. Proporcionar conhecimento particular sobre o processo cultural que ocorreu durante a época medieval e sua influência no desenvolvimento da Europa.
  2. Familiarizar os alunos com a periodização da época medieval.
  3. Fazer compreender a forma de organização do espaço cultural europeu (ocidental e oriental).
  4. Proporcionar instrumentos e os métodos que permitam organizar o conhecimento adquirido.

  1. Identificação dos fenómenos históricos relevantes na Península Ibérica com anterioridade à existência de Portugal;
  2. Aquisição crítica dos conhecimentos relativos à formação de Portugal como entidade histórica autónoma num contexto peninsular medieval;
  3. Aquisição de conceitos nucleares da especificidade portuguesa/peninsular num contexto de medievalidade, ocidental europeia;
  4. Identificação, selecção e avaliação das fontes documentais e bibliográficas correspondentes às áreas temáticas da História Medieval de Portugal;
  5. Desenvolvimento de técnicas, atitudes e comportamentos alicerçados nas capacidades de aprendizagem;
  6. Actualização da abordagem historiográfica inerente à temática da medievalidade portuguesa, em ordem a uma correcta utilização dos conhecimentos adquiridos;
  7. Conferências temáticas com a participação da Senhora Professora Doutora Maria Helena da Cruz Coelho.

Objetivos:

  1. Adquirir a utensilagem teórica e metodológica adequada ao conhecimento e crítica do saber histórico no domínio da História da Antiguidade Clássica.
  2. Identificar, seleccionar e avaliar fontes documentais e bibliográficas referentes à realidade política e cultural da Roma Antiga.
  3. Desenvolver técnicas, atitudes e comportamentos alicerçados nas capacidades de aprendizagem.

Competências:

  1. Proporcionar conhecimento particular sobre o processo civilizacional romano e a sua influência no mundo mediterrânico e no Ocidente europeu.
  2. Familiarizar os alunos com a periodização da História da Roma Antiga.
  3. Fazer compreender a forma de organização do espaço político romano.
  4. Proporcionar aos alunos os instrumentos e os métodos que permitam organizar o conhecimento adquirido.

Objectivos de Aprendizagem:

  • Proporcionar uma visão global comparativa das religiões.
  • Apreender a dimensão evolutiva das religiões no horizonte da história geral.
  • Relacionar o conteúdo das religiões com os acontecimentos da História.
  • Relacionar as identidades religiosas com as várias matrizes culturais.
  • Analisar no estudo comparativo as coordenadas teóricas de epistemologia do religioso.

Conteúdos Programáticos:

  1. Religiões de matriz mediterrânica ou abraâmicas.
    • A matriz pre-clássica das religiões ocidentais
    • História do judaísmo
    • Cristianismo: essência e história
    • O islamismo e a sua história
  2. Religiões de matriz indiana
    • Hinduismo
    • Jainismo
    • Sikhismo
    • Budismo
  3. Religiões naturais da China
    • Taoismo
    • Confucionismo
  4. Religiões do Japão
  5. Religiões da Oceania
  6. Religiões das Américas
  7. Religiões africanas

  • Conhecer e analisar a História de Económica e social na época moderna;
  • Compreender a lógica do sistema político, as estruturas de governo e administração;
  • Analisar a evolução do mapa político europeu e o desenvolvimento da política de equilíbrio de poder;
  • Interpretar e comentar comparativamente a organização dos Estados e suas representações políticas;
  • Incrementar hábitos de leitura, reflexão e problematização, fornecendo bibliografia que permita orientar o aluno na preparação do seu estudo; em cada sessão de trabalho o professor indicará bibliografia específica.
  • Estimular a criatividade e o espírito crítico.

Os conteúdos permitem ao aluno, no final do semestre:

  • Conhecer e analisar a História Política, Institucional, Económica e Social da Europa Moderna;
  • Compreender a lógica do sistema político e as estruturas de governo e administração.

O principal objetivo da cadeira consiste na análise das grandes linhas de abordagem ontológica, necessárias ao estudo da “Época Moderna” como um tempo e um lugar, que solicitou os homens de maneiras diferenciadas.

Sendo este o objetivo da cadeira, é preciso dotar os alunos com competências necessárias ao domínio das utensilagens de teorização e da organização conceptual, indispensável à hermenêutica dos textos, à compreensão de paradigmas de passagem da medievalidade à modernidade.

A fundamentação teórica e conceptual, bem como a legibilidade da Época Moderna, e ainda as condições da sua legitimação seguem a proposta de Hans Blumenberg.

Objectivos:

  1. Levar o aluno a compreender cada facto de per si, e a saber relacionar os posteriores com os que ocorreram em épocas anteriores, dada a evolução da Sociedade, movida pela política, economia e cultura;
  2. Fazer entender a interdisciplinaridade no estudo das principais políticas gerais e do quotidiano, dado que a História não é uma Ciência Exacta, mas uma das que contam com o auxílio de um maior número de ciências laterais;
  3. O aluno será classificado, através de um trabalho de investigação individual, com vista a integrar nele os itens acima referidos;
  4. O Trabalho e a Frequência escrita será marcada para o final do Semestre e permitirão ao Docente da UC a verificação dos conhecimentos dos temas abordados, e uma capaz apreensão das regras que foram aconselhadas aos alunos;
  5. Finalmente, a presente UC servirá sirva de base de transição para a época Contemporânea de Portugal, além de fazer integrar os seus assuntos nas conjunturas mais relevantes.

Os objectivos da aprendizagem são:

  • Aculturamento na área das manifestações da criatividade humana de forma universal e abrangente, no entendimento de que as manifestações artísticas se vêm desenvolvendo entre a individualidade e a sociedade, enquadradas pelos acontecimentos e transformações, religiosas, culturais, sociais, politicas e económicas.
  • A aquisição de conhecimentos e saberes na evolução dos valores éticos e estéticos, poderão abrir aos futuros licenciados, aptidões para desenvolverem as suas actividades profissionais nas áreas da investigação em história, jornalismo, museologia e património, conservação preventiva e valorização do património cultural e artes performativas.

As competências adquiridas de cultura histórica, irão completar os estudos de cultura e mentalidades nas diversas épocas da história mundial, com ênfase para arte europeia e ocidental abordando as formas de arte oriental, islâmica e africana, na medida em inspiraram e influenciaram a arte do ocidente.

Objetivos:

Concebido o programa para um só semestre lectivo, não se afigura factível nem profícuo o aprofundamento da matéria teórica, que, necessariamente presente, será apresentada de forma concisa, facultando aos estudantes os conhecimentos essenciais que possibilitem o contacto com diversos tipos de letra.

Competências:

  1. Os alunos deverão adquirir práticas de leitura, interpretação e transcrição de documentos escritos em Português (sécs. XIV-XVII), bem como o reconhecimento das tipologias documentais, das formas de datação e de validação.
  2. Ser-lhes-ão proporcionados os instrumentos e os métodos que permitam organizar o conhecimento adquirido.

Esta disciplina tem como objectivo fundamental fazer compreender aos Estudantes os aspectos mais importantes da sociedade industrial e pós-industrial e os diversos matizes do triunfo burguês alcançado na Europa a partir da Revolução de 1789. Após a leccionação da disciplina, os Alunos deverão estar aptos a compreender o alcance social e político que o liberalismo obteve sobre as estruturas e realidades do Antigo Regime.

Com esta disciplina, pretende-se que os Estudantes fiquem cientes dos aspectos culturais mais salientes da Época Contemporânea e dos principais confrontos e dilemas das concepções culturalmente presentes a partir da Revolução Francesa. A disciplina exige um bom poder de correlacionação entre os assuntos, devendo estes, no final, possuir a competência de reconhecerem as principais correntes culturais contemporâneas.

  • Compreender e interpretar a evolução da História de Portugal nos séculos XIX e XX;
  • Aprofundar o conhecimento das grandes transformações históricas operadas no período contemporâneo;
  • Explorar bibliografia essencial e fontes de interesse para o estudo da História Contemporânea;
  • Desenvolver metodologia adequada à investigação histórica da época contemporânea;
  • Adquirir competências no âmbito do estudo e da pesquisa;
  • Praticar investigação historiográfica, usando métodos actualizados, com vista a preparar a futura formação pessoal, ao longo da vida;
  • Aperfeiçoar a forma de comunicar no âmbito da disciplina de História Contemporânea, através de diversos meios e com públicos-alvo diferenciados;
  • Desenvolver competências, no âmbito da aplicação de uma sólida formação em História Contemporânea, a várias actividades profissionais e a diversas situações de índole profissional e pessoal.

Os objectivos da aprendizagem são:

  • O aculturamento na área das manifestações da criatividade humana de forma universal e abrangente, no entendimento de que as manifestações artísticas se vêm desenvolvendo entre a individualidade e a sociedade, enquadradas pelos acontecimentos e transformações, religiosas, culturais, sociais, politicas e económicas.
  • A aquisição de conhecimentos e saberes na evolução dos valores éticos e estéticos, poderão abrir aos futuros licenciados, aptidões para desenvolverem as suas actividades profissionais nas áreas da investigação em história, jornalismo, museologia e património, conservação preventiva e valorização do património cultural e artes performativas.

As competências adquiridas, irão completar os estudos de cultura e mentalidades nas diversas épocas da história mundial, com ênfase para arte europeia e ocidental abordando no entanto as formas de arte oriental, islâmica e africana, na medida em que estas inspiraram e influenciaram a arte do ocidente.

  1. Adquirir a utensilagem teórica e metodológica adequada ao conhecimento e crítica do saber histórico no domínio da História da Expansão Portuguesa;
  2. Identificar, seleccionar e avaliar fontes de informação documentais e bibliográficas referentes à História da Expansão Portuguesa;
  3. Desenvolver técnicas, atitudes e comportamentos alicerçados nas capacidades de aprendizagem;
  4. Entender os antecedentes da expansão Portuguesa e de como se preparou o movimento expansionista;
  5. Conhecer as principais etapas da expansão atlântica;
  6. Conhecer a evolução científica e técnica no domínio da navegação;
  7. Analisar a política interna e externa portuguesa de Quatrocentos;
  8. Conhecer a expansão geográfica portuguesa no contexto cultural e mental de Quatrocentos;
  9. Compreender o contributo dos portugueses para a construção do Mundo Moderno.

Objetivos:

  • Recensear conceitos e teorias sobre a representação cultural
  • Traçar a genealogia da cultura portuguesa
  • Definir fronteiras e linhas de identidade
  • Problematizar a inserção de Portugal no Mundo
  • Analisar a auto-representação cultural portuguesa
  • Projetar, criticamente, as identidades culturais portuguesas na pós-modernidade

Competências:

  • Conhecer os fundamentos teóricos da cultura
  • Saber definir as raízes e as identidades culturais de Portugal
  • Ser capaz de criticar as relações entre Portugal e o Mundo
  • Obter capacidade de análise sobre objetos culturais
  • Conseguir perspetivar a cultura como requisito de soberania
  • Discorrer sobre os problemas pós-modernos da globalidade

cultural

Programa-se que o estudante fique habilitado a identificar, interpretar e descrever os marcos fundamentais da arte portuguesa numa sequência temporal e em contexto com a arte europeia. Procurar-se-á criar competências específicas para que o estudante fique preparado para o necessário escrutínio qualitativo da produção artística, numa iniciação à leitura e avaliação histórica e estética da obra de arte.

O estudante deverá deste modo obter competência que lhe permita classificar as obras de arte de referência estabelecidas no programa, fixando cronologias, identificando o cunho pessoal dos criadores, interpretando os seus conteúdos e respectivas condições de produção.

Procurar-se-á que o aluno fique apto através do conhecimento adquirido à melhor compreensão do património artístico nacional e sensibilizado para a sua respectiva conservação e defesa a par da capacidade para iniciar projectos de investigação e programas de formação e divulgação no domínio específico da disciplina.

Pretende-se que os alunos:

  • identifiquem os principais processos políticos, económicos, sociais e culturais que caracterizam a Expansão Portuguesa nos séculos XVI a XVIII;
  • conheçam a bibliografia fundamental do tema;
  • desenvolvam capacidade para trabalhar com informação textual relacionada;
  • ampliem capacidade de comunicação oral e escrita, integrando vocabulário e conceitos específicos;
  • adquiram conhecimentos essenciais que posteriormente permitam um aprofundamento dos estudos relacionados com a história da Expansão Europeia.

  • Caracterizar a intervenção arqueológica e a sua aplicabilidade.
  • Descrever o processo de preparação de uma intervenção arqueológica.
  • Identificar e aplicar as diversas metodologias de intervenção arqueológica no campo, ao nível dos processos e estratégias.

  • Adquirir a utensilagem teórica e metodológica adequada ao conhecimento e crítica do saber, no âmbito da geografia humana, compreendendo a lógica dos ordenamentos espaciais ao longo do tempo, privilegiando a relação entre o homem, o espaço e o ambiente, apreendendo os conhecimentos que os tornam possíveis e as condições em que foram realizados, utilizando métodos geográficos e históricos.
  • Compreender a organização territorial dos diferentes tipos de sociedade – a génese, repartição e evolução das áreas culturais.
  • Reconhecer e compreender como a geodemografia constitui o primeiro aspecto das abordagens sintéticas, nas quais se combinam a análise dos dados ecológicos com os dados sociais das populações.
  • Compreender a cidade como organização particular do espaço, considerando a dimensão histórica.
  • Definir e interpretar os espaços rurais como organização espacial multifuncional, que apresenta um mosaico complexo de elementos paisagísticos.

  • Compreender e interpretar a evolução da produção artística do séc. XVII ao séc. XIX, no contexto da arte europeia contemporânea e sua especificidade.
  • Transmitir conhecimentos avançados sobre a Gramática dos Estilos Artísticos do Barroco ao Romantismo, recorrendo a estudos de caso,desenvolvendo uma metodologia que potencie as capacidades de identificação, programando competências técnicas que permitam abordagem segura na avaliação das obras de arte e nas respetivas vertentes de datação, reconhecimento de estilo e autoria.
  • Desenvolver princípios de estudo e investigação sobre diversas disciplinas artísticas,valorizando compreensão do impacto das obras no seu tempo, e da interacção entre patrocinador e produtor, numa perspectiva evolutiva do estatuto social da arte e do artista.
  • Introduzir métodos de análise e compreensão com amplo recurso à imagem, fixando técnicas de descrição com recurso a glossários e linguagens controladas, cujo necessário domínio certifique as competências.

Objectivos Gerais:

  1. Aquisição da utensilagem teórica e metodológica adequada ao conhecimento e crítica no domínio arqueológico, nos limites da construção da História.
  2. Saber identificar, seleccionar e avaliar as fontes de informação indispensáveis ao tema da unidade curricular.
  3. Saber desenvolver as técnicas, atitudes e comportamentos com base nas capacidades de aprendizagem.

Objectivos Específicos:

  1. Entender e desenvolver o conhecimento dos métodos de investigação arqueológica;
  2. Proporcionar aos alunos a experiência de trabalho de campo, quer pela participação, quer pela observação directa (visitas a escavações em curso, por exemplo Leceia), ou indirecta (filme, assistência a conferências sobre temática arqueológica);
  3. Fornecer métodos de trabalho, de registo, de recolha, de processamento e interpretação de testemunhos materiais;
  4. Compreender, por análise multidisciplinar, a importância dos estudos arqueológicos para a construção mais completa da História.

Pretende-se que os alunos:

  • identifiquem os principais processos políticos, económicos, sociais e culturais que caracterizam a história dos Países de Língua Portuguesa;
  • conheçam a bibliografia fundamental do tema;
  • desenvolvam capacidade para trabalhar com informação textual relacionada;
  • ampliem capacidade de comunicação oral e escrita, integrando vocabulário e conceitos específicos;
  • adquiram conhecimentos essenciais que posteriormente permitam um aprofundamento dos estudos relacionados com a história dos países da CPLP.

  • Compreensão e conhecimento das duas realidades em presença na unidade curricular;
  • Formação vocacional e Mercado de Trabalho;
  • Sensibilizar o aluno para a necessidade de adequar a formação ao respectivo contexto histórico, cultural e socioeconómico;
  • Apreender o processo de formação como algo em constante mudança e sempre incompleto;
  • Considerar a formação de base, a nível do 1.º ciclo do Ensino Superior, como ponto de partida para diversas opções profissionais e não como um vínculo inalterável a uma única profissão;
  • Identificar profissões extintas, em extinção e em emergência;
  • Perspectivar o futuro, em termos profissionais e de mercado do trabalho;
  • Desenvolver competências de auto-aprendizagem e de auto-emprego;
  • Percepcionar o trabalho como meio de aprendizagem e complemento fundamental da formação;
  • Enquadrar o 1.º ciclo/licenciatura num processo de ensino-aprendizagem de longo prazo, ao longo da vida, e não como um ciclo fechado.

Seminário
6 ECTS

Construção de um modelo de apresentação do projecto de seminário.