Conferência “O Euro e o Crescimento Económico: Foi a entrada no EURO que nos trouxe a estagnação? | 6 de dezembro | 9h30 | Auditório 1

Pedro Braz Teixeira
Licenciado em economia pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
Foi assistente na FEUNL, economista chefe do Banco Santander Totta, adjunto da Ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite.
Pós-graduação em Economia Internacional pela Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (FEUNL).
Pós-graduação em História do Século XIX pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Investigador no Núcleo de Estudos de Conjuntura da Economia Portuguesa (NECEP) da Católica Lisbon School of Business and Economics.
Investigador do Nova Finance Center, Nova School of Business and Economics.
Actualmente, é director do Gabinete de Estudos do Forum para a Competitividade.

Moderador
António Duarte Santos

 

Sinopse:

A adesão de Portugal ao euro, em janeiro de 1999, correspondeu a uma alteração de regime económico e foi provavelmente o mais importante acontecimento na economia portuguesa das duas últimas décadas. A partir desse momento, a taxa de câmbio foi fixada irrevogavelmente, perdendo-se um mecanismo de correção de potenciais desequilíbrios externos, bem como a possibilidade de utilizar a política monetária para debelar efeitos contraproducentes de choques que afetassem a economia portuguesa. Ao analisar as dificuldades da economia portuguesa no século XXI, poderá afirmar-se que foi essa a origem da perda de competitividade da economia portuguesa? Todavia, a participação na criação da UEM trouxe benefícios económicos, como uma maior estabilidade monetária e financeira e uma maior integração dos mercados de bens e serviços e dos mercados de trabalho e de capitais. O euro coincidiu com o fraco desempenho da economia portuguesa? Foi essa a razão essencial do nosso crescimento anémico desde então?

 

Departamento de Ciências Económicas e Empresariais